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PGOPEN Amplia seus atendimentos

Referência em PostgreSQL no Brasil agora também está oferecendo Consultoria qualificada em Oracle e MS SQL Server, profissionais experientes e prontos para prestar o melhor atendimento nos melhores SGBD’s do mercado.

Abaixo lista de serviços oferecidos:

DBA Remoto:

Prontos para atender os chamados de nossos clientes, desde simples problemas à recuperação de desastres, nossos profissionais tem como objetivo prestar o melhor atendimento, eficiência e agilidade.

Modalidades de Contratação: Contrato Mensal

DBA Senior:

Profissional qualificado e com experiência de anos em atendimento, responsável por executar projetos em banco de dados, implantação, análise, configuração e ajustes que fazem com que seus dados estejam protegidos, replicados e disponíveis.

Modalidades de Contratação: Contrato Mensal ou Projeto

Monitoramento real time:

Não paramos! Monitoramento 24x7x365, recebemos em tempo real dados da atual situação das bases de nossos clientes, criamos indicadores, alertas são configurados e equipe preparada para agir e acompanhar todo processo até a sua normalização.

Modalidades de Contratação: Contrato Mensal

Projetos

Elaboramos análise e projetamos toda infraestrutura necessária, bem como, Topologia, Hardaware, Software, Backup, Recovery, Alta Disponibilidade, Cluster, seja ele em Datacenter local ou Cloud.

Modalidades de Contratação: Projeto

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Sete perguntas fundamentais para o sucesso das estratégias de TI

O planejamento atende a toda a organização? É realista? Existem recursos para gerenciá-lo de forma adequada?

Cada vez mais, as atividades econômicas dependem da tecnologia. Mas a maior parte das organizações ainda falha ao tentar tirar vantagens das diversas oportunidades que podem ser fornecidas pela área de TI, em especial, no que diz respeito a melhorar processos e aumentar as margens de lucro.

Claramente, existe um espaço entre a infraestrutura disponível e o que a empresa necessita fazer para transformá-la em algo que traça benefícios reais aos negócios.

Assim, antes de formular a estratégia da área de TI, o CIO, deveria fazer algumas perguntas básicas:

1. A estratégia de TI é muito genérica?

O departamento de tecnologia da informação dificilmente consegue atender a apenas um tipo de necessidade, perfil de clientes ou segmento de mercado. Os objetivos da área tendem a ser mais abrangentes, mas nem por isso deve-se esquecer de atender a demandas particulares de cada área.

A maioria das empresas de sucesso aprendeu que um único modelo dificilmente supre todas as necessidades. Os gestores de TI, por sua vez, deveriam considerar melhor as necessidades únicas de cada unidade de negócios que compõe a companhia com o intuito de construir uma estratégia que atenda, o melhor possível, toda a organização e as particularidades de cada departamento.

2. A estratégia está direcionada ao mercado?

Os projetos internos da área de TI quase nunca representam o melhor caminho para começar a desenhar uma nova estratégia para o departamento de tecnologia da informação. É um clichê dizer que não se pode pensar em mudar resultados fazendo as coisas do mesmo jeito sempre. Assim, vale a pena o CIO sair um pouco do seu ambiente, com o intuito de entender melhor as necessidades do mercado em que a empresa na qual ele atua está inserida.

Para isso, além de conversar com os principais executivos, vale a pena ouvir pessoas do setor, com o intuito de detectar demandas e oferecer ideias que possam fazer verdadeira diferença para a operação.

3. A estratégia será claramente comunicada?

Os planos anuais de negócio da área de TI são, normalmente, entendidos pelos principais executivos da companhia, os quais estão preocupados com o retorno esperado. Mas entre a apresentação do projeto e a implementação do mesmo há uma tendência de existir uma quebra na comunicação.

Para evitar isso, o primeiro passo é criar um documento com toda a estratégia de TI detalhada e que possa ser compartilhado por toda a companhia. Assim, qualquer pessoa da organização pode discutir novas políticas, tecnologias, métodos e outras possíveis mudanças.

4. A estratégia é realista?

Quando escreve o planejamento anual, o CIO deve contemplar todos os recursos necessários para atingir os objetivos. Isso porque, uma nova estratégia pode até parecer promissora, mas ela depende de questões práticas, que incluem recursos financeiros, competências técnicas e tecnologias. Além disso, qualquer projeto deve estar alinhado aos objetivos e à cultura da empresa.

5. A estratégia pode melhorar o dia a dia da operação?

Qualquer novo plano deve atender às necessidades operacionais e aos objetivos de negócio da empresa. De outra maneira, é um desperdício gastar esforços e recursos para formular novas políticas, adquirir tecnologias, implementar planos ou buscar conhecimentos.

Se, no final do dia, os objetivos desenhados não resultarem em mais eficiência dos procedimentos operacionais ou gerarem mais valor, vale a pena analisar se não está na hora de mudar a estratégia.

6. A estratégia tem o suporte adequado, em termos de sistemas?

Quando falamos em sistemas de suporte, o termo refere-se a todos os recursos necessários para a gestão.das iniciativas, bem como os recursos envolvidos. Afinal de contas, construir um passo a passo do projeto é o fator mais importante para garantir que a ação está alinhada à estratégia.

Lembre-se que na maior parte dos projetos que envolvam mudanças, a falha está atrelada a problemas com as pessoas envolvidas. Ou seja, o sucesso depende de que o gestor e sua equipe trabalhem de forma ajustada e totalmente dentro do escopo.

7. A estratégia está adaptada às mudanças no ambiente de negócios?

O planejamento precisa ser dinâmicos o suficiente para atender aos novos desafios da empresa. Em nenhum momento a estratégia deve virar um entrave para que a companhia busque novos negócios ou melhore seus sistemas.

 

Fonte: http://computerworld.com.br/

 

Maddog

Maddog confirmado para o FISL16

Maddog

Jon “Maddog” Hall atua no universo da tecnologia desde 1969 e é sem dúvida um dos nomes mais respeitados na comunidade de desenvolvedores do movimento do Software Livre. O apelido, Maddog, lhe foi dados por seus alunos na Hartford State Technical College, onde ele era Chefe do Departamento de Ciência da Computação, e, segundo ele próprio, “vem de um tempo em que eu tinha pouco controle sobre o meu temperamento”. E este é o mesmo homem que hoje é o diretor da Linux International e membro dos conselhos de várias empresas e organizações não governamentais, incluindo a Associação USENIX.

Seu interesse por Linux surgiu na época em que trabalhava na Digital Equipment Corporation, onde obteve equipamentos e recursos para que Linus Torvalds pudesse completar a primeira versão do Linux para a plataforma Alpha da Digital. Foi nessa época que Hall, que mora em New Hampshire, deu início ao Grupo de Usuário Linux de seu estado. Iniciativa que lhe rendeu, anos mais tarde, um Prêmio de Reconhecimento para Toda a Vida por seus serviços à comunidade de Código Fonte Aberto no UK Linux and Open Source Awards 2006. Hall ainda possui mestrado em Ciência da Computação pelo Rensselaer Polytechnic Institute (1977) e um Bacharelado em Comércio e Engenharia pela Drexel University (1973).

Maddog é conhecido por ser um orador excepcional, daqueles que contagiam o público com seu carisma pessoal e vem ao FISL16 com muito conhecimento livre para compartilhar! Preparados? =)